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Este grupo centra-se na modelação do conhecimento linguístico integrando conhecimento sobre interfaces entre diferentes áreas da gramática e conhecimento sobre o uso da língua. O grupo tem como característica distintiva o trabalho conjunto nas áreas da fonologia, do léxico, da sintaxe e da semântica, com o objetivo de construir um modelo integrado de gramática, considerando a forma como o conhecimento linguístico é representado na mente humana, bem como a forma como esse conhecimento poderá ser modelado computacionalmente; o trabalho sobre a aquisição de L1 e L2 está naturalmente no centro deste programa de investigação. A integração de modelos de representação do conhecimento linguístico e de modelos de uso da língua é conseguida através do estudo de corpora.

A produção de corpora e recursos em geral serve ainda o objetivo do grupo de produzir documentação e descrições do português europeu contemporâneo, bem como de línguas menos estudadas que resultam de contacto linguístico (crioulos de base lexical portuguesa, variedades nacionais do português em África e na Ásia). O grupo produz ainda recursos para o estudo da aquisição do português como L1 e como L2 em diferentes situações de aquisição. O grupo integra o CLARIN LP.

A investigação desenvolvida por vários membros do grupo na área da aquisição de L1 e L2 contribui diretamente para o objetivo geral do CLUL de articulação entre investigação fundamental e aplicada, nomeadamente nas áreas da Linguística Educacional e da Linguística Clínica.

São, atualmente, grandes objetivos do grupo:

- Produzir novos recursos para o estudo do português e de crioulos de base lexical portuguesa;

- Continuar investigação fundamental que visa a modelação do conhecimento linguístico, integrando conhecimento sobre interfaces internas à gramática;

- Continuar a documentação e descrição de crioulos e novas variedades do português que emergiram em situação de contacto de línguas;

- Desenvolver o estudo da aquisição do português, dando especial atenção a situações de contacto linguístico (no âmbito do recente Heritage Language Consortium) e à comparação entre desenvolvimento típico e atípico;

- Explorar a potencialidade da linguística comparada para a produção de recursos para a tradução e promover, na mesma área, ligações à indústria.